Rio de Janeiro – Paris – Lisboa – Paris – Rio de Janeiro.

Meu marido foi fazer um curso de uma semana em Paris e me convidou para acompanhá-lo. Aproveitamos para uma esticadinha de uma semana em Lisboa, com direito a retornar a Paris.

Nunca havia saído do Brasil e a Europa definitivamente me encantou, afinal tenho uma quedinha por história e por religião e ir a Europa é um mergulho em ambas, uma verdadeira imersão.

Voltei disposta a não mais esperar as oportunidades surgirem, mas sim criá-las, afinal, “quem sabe faz a hora não espera acontecer”.

Havia e há muito aonde ir, o que ver e conhecer.

Como os países e cidades são muitos, a possibilidade das viagens se resumiam, à época, às nossas férias anuais, 30 dias a cada doze meses, pensei que seria preciso fazer cada dia valer o máximo. Para isso era fundamental estabelecer prioridades, afinal não seria possível ter certeza de quantas oportunidades nós seríamos, somos e seremos capazes de criar …

Uma vez definido para onde e voltando à questão de fazer o tempo ser tão agradável e proveitoso quanto possível, era necessário estudar a(s) cidade(s) escolhida(s), saber o que ela(s) poderia(m) nos oferecer e, dentre as muitas opções, aquelas que estavam nas nossas áreas de interesse, passando, então, a localização dos programas no mapa local para preparar roteiros para cada um dos dias, racionalizando os trajetos.

Uma outra área de interesse, a da genealogia, também teve participação na definição de alguns roteiros.

No retorno de cada viagem, além das muitas fotos, fazia e ainda faço cadernos de viagem, registrando nosso passo a passo, do embarque ao desembarque de volta ao Rio.

Quando atingimos a marca de 36 cidades visitadas, os cadernos já se avolumavam e pensei que seria um desperdício guardá-los num antigo baú, afinal eram resultado de um intenso, apesar de amador, trabalho de pesquisa.

Passo meses pesquisando, lendo tudo que encontro, na internet, jornais, livros, prospectos, revistas e tudo mais que meus olhos alcancem. Sempre tudo muito espalhado, uma informação aqui, outra ali. Então concluí, que compartilhar estes roteiros poderia facilitar a vida de alguns, mas não sabia como, até surgir a idéia do blog.

Agradeço a possibilidade de passar da idéia à concretização à Gustavo Taranto de Almeida, que faz isto profissionalmente, portanto, para quem estiver na mesma situação, querendo sem saber como, aí vai a primeira dica, contactar um web design.

Como disse ‘De Gaulle’, a maior de todas as autoridades é o fato, “sua excelência, o fato” e a partir de outubro/2011, o blog se tornou um fato.

Comecei a transcrever os roteiros a partir da viagem mais recente, indo no sentido contrário em que eles se realizaram.

As pesquisas que antecedem a viagem, a viagem em si, os cadernos de viagem, o blog e posteriormente o site me faziam transformar 15/20 dias de viagem, num ano inteiro viajando e a partir de então tendo além da companhia de meu marido, a de todos aqueles que embarcarem neste site.

Aproveitem e boa viagem !!!

Silvia Maria Pinheiro Grumbach

 

Outubro/2011

A vida não é medida pelo número de vezes que respiramos, mas pelos lugares e momentos capazes de tirar nosso fôlego.” (anônimo)

Ainda encontra-se pendente a inclusão da parte ilustrativa: cartões postais, prospectos, mapas e fotos tiradas por nós. Portanto, continue me acompanhando, acessando o site e quem sabe se tornando mais um seguidor.

janeiro/2012

A partir de 14/07/2012, dei início à inclusão da parte ilustrativa, começando pelo ‘Nosso Roteiro na Casa da Virgem Maria – Selçuk – Turquia (Ásia) 2012’.

julho/2012

Meu guru na área de informática, Gustavo Taranto de Almeida, responsável pela criação do blog Dicas de Viagem de Silvia Grumbach, http://guia-viagem.blogspot.com, não satisfeito com meu esforço para assimilar as inovações de um blog em minha vida, resolveu migrar o blog para um site, http://www.nossosroteiros.com.br/

Para vocês terem uma ideia do impacto desta providência, o site foi ativado em 30/01/2013 e só agora estou divulgando o novo caminho para acesso aos ‘Nossos Roteiros’.

Num post publicado em 17/07/2009, Claudia Sardinha explica que, apesar de muita gente pensar que site e blog sejam a mesma coisa, são muitas as diferenças. Para quem engatinha pela internet, estas diferenças não são tão visíveis. O blog é como um diário virtual e interativo, já o site é uma página numa rede de alcance mundial.

Conto com vocês para me ajudar a divulgar o site, através do facebook, twitter, …